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As descobertas da Neurociência sobre a leitura

✨ E pode fazê-lo de maneiras que nem consideraria. Para além de quimicamente, ler algo que nos desperta as emoções ou de que realmente gostamos, pode levar a transformações físicas e até mudar a anatomia do nosso cérebro. 🧠 Quem o diz é Fernando Mora, neurobiólogo que se tem debruçado sobre a evolução humana e sobre as coisas fantásticas que o nosso corpo é capaz.


O cientista afirma ainda que: ➡ Aprender a ler muito cedo não torna alguém mais inteligente - Isto porque certas partes do cérebro essenciais na leitura, tendem a formar-se somente a partir dos 6 ou 7 anos de idade. Antes disso, o início precoce da inserção da leitura, poderá levar a frustração na criança e com isso comprometer os hábitos futuros. ➡ Ler é um processo artificial e recente - E fruto da nossa existência enquanto sociedade. Ou seja, o Homem apenas inseriu a leitura na sua vida há cerca de 6 mil anos com a necessidade de se comunicar mais além. A partir daqui, a capacidade de ler foi passando de geração em geração, porém como um processo demorado que exige memória e não de modo automático. ➡ Ler muda o nosso cérebro - E com isso as suas sinapses, tornando-as mais rápidas, eliminando as que se tornam obsoletas e, consequentemente, formando circuitos neuronais que se refletem em comportamentos.


Em suma, ler é de facto o melhor remédio e essencial para a nossa evolução.








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